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Puerto Varas + Bariloche no verão: lagos, vulcões, montanhas e muito chocolate.

Salve, galera. Nesta postagem falarei sobre Puerto Varas (Chile) + Bariloche (Argentina), na região dos lagos e patagônia norte. São duas cidades que estão relativamente perto, que dá para fazer ambas no mesmo roteiro. Vamos lá!

Puerto Varas é uma cidade localizada a 960km de Santiago, no Chile, na patagônia norte. Uma cidade tranquila e charmosa, com 40 mil habitantes, na região dos lagos, à beira do lago Llanquihue (segundo maior lago do Chile e terceiro da América do Sul). Colonizada por alemães, no século XIX, a cidade oferece uma gastronomia variada. Seu clima é temperado, e a temperatura média varia de 7ºC no inverno a 14ºC no verão, podendo chegar bem abaixo disso.

Bariloche (San Carlos de Bariloche) está situada na Argentina, a 1.570km de Buenos Aires, na província de Río Negro, com cerca de 130 mil habitantes, e também colonizada por alemães. Há variedade gastronômica, e, é claro, muito chocolate!

Antes de mais nada, Puerto Varas fica a 300km de Bariloche, a 4h30 de ônibus uma da outra. Mais à frente falarei sobre os detalhes.

Por curiosidade, a região da Patagônia abrange desde a região dos lagos chileno e o sul da argentina, na região de Bariloche (Río Negro), estendendo-se até às regiões próximas da Antártida, onde se encontram as geleiras e os lugares mais frios, como em Ushuaia e Punta Arenas, na Argentina e Chile, respectivamente.

Com um grupo de amigos e família (estávamos em 4), fomos no verão de 2016, já no dia 1º de janeiro (passamos o réveillon em Viña del Mar e retornamos à Santiago com destino à Puerto Varas. Em outra postagem falarei sobre Santiago + Viña del Mar).

Fizemos a reserva antecipadamente, pelo Booking, de um pequeno apartamento com 2 andares, além de cozinha e banheiro, pois como estávamos em 4 pessoas, saiu mais em conta.

COMO CHEGAMOS

Tomamos um ônibus, saindo da rodoviária San Borja, em Santiago, que durou cerca de 14 horas. Nosso ônibus saiu no final da tarde, por volta das 17h, e chegou cedinho em Puerto Varas, às 6h20. As passagens compramos logo no dia em que chegamos a Santiago, alguns dias antes, para garantir o lugar e custou cerca de 80 reais o trecho (R$ 160,00 ida+volta). É possível fazer a compra pela internet também.

Há opção de voo saindo de Santiago até Puerto Montt, que fica a 22km de Puerto Varas. Puerto Montt possui 227 mil habitantes e recebe voos da Latam, Sky e Air Comet Chile.

Continuando, pesquisei bastante antes de escolher a cia de ônibus, e a que melhor encontrei foi a Pullman Bus. Realmente é uma ótima empresa e havia até um rodomoço, com serviço de bordo, que nos entregou uns pacotinhos de lanche e tinha tv com filme. Bem modesto, com suco e bolachinhas, mas muito válido para aguentar as 14h de viagem.

Achei bastante curioso o fato de que dentro dos ônibus havia um painel com as horas, esses comuns que a gente encontra nos ônibus de viagem que informam a temperatura, mas mostrando também a velocidade permitida que ele trafegava. E quando o ônibus atingia o limite acima da velocidade (se não me engano era 100 km/h), o painel apitava e o motorista logo tinha que reduzir. Todos os ônibus eram monitorados e controlados por radar, pelo sistema de tráfego chileno. Achei esse sistema muito respeitoso e responsável com os passageiros, apesar de no meio da madrugada o painel ter apitado várias vezes. Eu não me incomodei, porque nunca consigo dormir em viagens, nem de ônibus. Talvez meu único questionamento foi que no ônibus havia Wi-fi, mas não estava funcionando. Enfim, a essa altura, não me importava com internet.

Após longas horas e muitas paisagens bonitas, já amanhecendo, logo nos demos conta de que estávamos chegando, pois antes de chegar a Puerto Varas, fez uma parada na cidade de Osorno, que é bem próxima. Mesma cidade que deu nome ao vulcão mais famoso da região, como nas fotos e que irei falar mais à frente.

Chegamos por volta das 6h30 e fazia 6ºC (no verão!). O ônibus parou num ponto onde fica a agência de vendas de passagens, pegamos as malas e descemos. Daí começou o pequeno desespero. E agora? o que faremos a essa hora? A cidade estava deserta, coisa de filme, um frio danado e não havia uma alma viva pelas ruas. Parecia cidade abandonada. Inclusive a agência estava fechada.

Chegando às 6h30

Todos celulares sem bateria, e o meu quase descarregando. Não sabia nem como sairíamos dali, sem taxi, sem uma condução, sem alguém para perguntar algo. Consegui olhar no GPS o apartamento que alugamos e tentamos caminhar, não era tão longe dali. Demoramos um pouco para encontrar, até que finalmente achamos! Não havia ninguém, era como uma pousada com vários apartamentos, sem recepção e portão trancado. E agora, José?

Com o celular finalmente descarregado, procuramos alguma alma viva pela rua e encontramos uma padaria abrindo as portas. Gentilmente, deixaram-me usar a tomada e compramos alguma coisa para matar a fome. Ficamos sabendo que ali tudo abria depois das 9 ou 10 horas. Carreguei o celular um pouco e enviei mensagem à moça do apartamento. O check-in era só após às 14h. Ferrou!

Ficamos praticamente acampado em frente à pousada, mas não demorou muito para a moça liberar o espaço para a gente. Isso tudo por celular e e-mail, pois nem lá ela estava. O interessante (não sei se bom ou ruim) foi que havia um caixa de correio com uma senha, que a moça fornecia, onde as chaves do apartamento se encontravam. Ela nos passou a senha da caixa de correios, pegamos nossa chave e entramos.

Hospedagem: Apart Puerto Varas.
4 Hóspedes, 2 noites: $ 180,00 dólares.

Após todo esse sufoco, descansamos algumas poucas horas, encontramos um táxi e fomos procurar algo para comer, pois já passava das 13h. Encontramos um restaurante próximo ao centro, bem aconchegante (não me lembro do nome), e comida muito boa e barata (fugimos dos lugares mais turísticos, mais perto do centro). Na verdade, a cidade não é tão grande, você consegue andar a pé mesmo pelo centro e ao redor dele.

Logo saímos para bater perna e havia muitas lojas, comércio, casa de câmbio e venda de passeios de tudo quanto é tipo. Chegamos à Feria Artesanal, uma feirinha que fica na Plaza de Armas, já pertinho do lago, cheia de barracas de comida, bebidas e produtos artesanais. Fomos até à beira do lago Llanquihue, a poucos metros de caminhada, para tirar fotos e deslumbrar a vista.

Após algumas fotos, decidimos procurar alguma agência para fazer passeios, mas logo fomos abordados por uma senhora que nos ofereceu um passeio por um preço razoável. De início, achei que seria golpe essas coisas da rua, talvez porque vemos tanta coisa errada nos noticiários, ficamos com um pé atrás de tudo. Mas o Chile é muito seguro, principalmente no interior, onde são muito receptivos e atenciosos. Adoram uma boa conversa.

Fechamos o passeio, com direito à visitação na região dos lagos, ao vulcão Osorno, Ensenada, Saltos de Petrohué até o Lago Todos los Santos com passeio de barco (pago à parte na hora), tudo isso de van, guiado por ela mesma (que era Colombiana e morava há alguns anos por lá), e o seu motorista. Combinamos o horário e no outro dia, pela manhã, estávamos à espera da guia, ali no centro mesmo, que atrasou mais de meia hora para sair 😒. Na van: só nós 4 de brasileiros, e mais argentinos.

Vale dizer, que os passeios que fizemos eram todos fora da cidade de Puerto Varas.

No caminho, fizemos uma parada para almoço. Era um pouco cedo, por volta das 11h. Quando chegamos ao restaurante, havia muitas pedrinhas no chão, por todos os lados, e a guia nos disse que era da erupção recente do vulcão Calbuco, que deixou muita fuligem pela região, inclusive em Puerto Varas, destruindo várias propriedades. No restaurante havia fotos nas paredes sobre o episódio. Era impressionante, deixou completamente destruído. Isso aconteceu em abril de 2015, ou seja, pouco mais de 1 ano da nossa viagem.

Fotos no restaurante, na época da erupção do Calbuco.

Na saída do restaurante e o vulcão Osorno ao fundo

VULCÃO CALBUCO

Talvez você se lembre quando vários aeroportos fecharam por conta das cinzas desse vulcão, chegando à Argentina e ao sul do Brasil, causando muitos cancelamentos de voos.

Curiosidades à parte, seguimos nosso passeio.

PARQUE NACIONAL VICENTE PÉREZ ROSALES

A vista é bem bonita e as águas de cor azul turquesa são de origem vulcânica.

VULCÃO OSORNO

Saindo do parque, fomos para o vulcão Osorno, com algumas paradas incríveis pelo caminho, para tirar fotos.

Chegando na base do Osorno, a vista já era incrível! Linda demais, com vista para o lago Llanquihue.

Logo na entrada, havia uns guichês para pegar o teleférico até o topo do vulcão. Durante o inverno, o vulcão fica todo coberto de neve, do topo à base, tornando-se uma estação de esqui.

Os tickets foram pagos à parte, e a guia disse que teríamos apenas 1 hora para voltar, senão perderíamos a entrada dos Saltos de Petrohué, porque fecharia. Teríamos de ser rápidos.

A subida até o topo do vulcão, pelo teleférico, durou uma hora e meia (uns 35 minutos o trecho!). O topo é coberto de neve o ano inteiro, com uma vista incrível, a 2.560m de altitude.

Quando voltamos em baixo, a guia falou um monte como se não houvesse amanhã, e que não daria tempo de entrar no parque por culpa nossa. Não tivemos culpa! O teleférico demora e ela não disse que levaria mais de 30 minutos cada trecho. Por sorte, chegamos a Petrohué e ainda estava aberto. 😎

SALTOS DE PETROHUÉ

Um lugar muito bonito, com várias quedas d’água e cor azul turquesa. Lindo lugar!

LAGO TODOS LOS SANTOS

Saindo de Petrohué, fomos para o Lago Todos los Santos, onde fizemos um passeio de barco, que foi pago à parte também. No entanto, foi bem barato, mas não me lembro do valor. Não havia quase ninguém por ali, acho que porque já estava no final da tarde. O primeiro barco que encontramos, subimos e fomos fazer um passeio pelo lago, até uma propriedade privada, com uma prainha.

Em Puerto Varas, esse foi nosso passeio. No outro dia, sairíamos para Bariloche. Compramos nossas passagens no mesmo dia em que chegamos a Puerto Varas. Infelizmente, não me lembro do nome da empresa, mas no terminal (uma salinha pequena, praticamente) você compra de qualquer uma, que faz o trajeto. Não há muitas, acredito que umas 2 empresas. Ainda serviram café, no bus! rs

Nossos pontos visitados em Puerto Varas

BARILOCHE

O trajeto durou cerca de 4h30, mais 1h pela imigração. Logo na divisa do Chile com a Argentina, alguns quilômetros depois de atravessar a cordilheira, chegamos num vilarejo onde havia a imigração.

Achei bem organizado o lado argentino, pois havia muitos ônibus formando uma fila, e ao chegar no posto, era necessário todos saírem do ônibus, obviamente para carimbar o passaporte, e também aguardar os policiais revistarem o bagageiro. Não podia deixar nada dentro do carro, nem bagagem de mão.

Na volta, foi ainda mais tenso, na imigração chilena, pois, além de descer com tudo e aguardar a fila para dar entrada no Chile, os policiais retiraram todas as bagagens dos ônibus, enfileirando-as ao lado, para os catioros fofíneos 🐕 fazerem o trabalho de procurar muamba.

E o medo de um cachorro acusar sua mala? haha!

O pior é que ele arrastou a patinha em uma mochila de uma menina, mas porque havia um lanche. Não pode entrar com comida in natura, do tipo carne, queijo, lanches etc. Acho que as regras, inclusive, já mudaram em 2016 ou 2017, para alguns desses itens, permitindo viajar com esse tipo de alimento.

Sem mais delongas, chegamos a Bariloche no meio da tarde e demos check-in no Tangoinn Soho, mas ali ficamos apenas uma noite, pois na data não havia mais disponibilidade. No outro dia, tivemos de pegar uma outra diária, no Las Moiras.

Hospedagem:
Tangoinn Soho: 4 adultos, 1 noite – $ 88 dólares
Las Moiras Hostel: 4 adultos, 1 noite – $ 100 dólares

CENTRO CÍVICO

Fomos até o Centro Cívico, principal ponto da cidade, onde tiramos fotos e andamos pelas ruas do centro. Fomos almoçar e não encontrei nada barato, até que resolvi ir para o MC Donalds. Doce ilusão. Foi outra facada. Acho que depois de Genebra, na Suíça, o MC Donalds de Bariloche foi o mais caro que já chorei.

Andamos bastante por ali no centro, muitas lojas de chocolate artesanal, doces, alfajores, vinhos argentinos da patagônia. Uma perdição! Finalizamos aquela tarde nas areias à beira do lago Nahuel Huapi.

Centro Cívico

Vale dizer que, no Centro Cívico, é possível ter o carimbo turístico de Bariloche, gratuitamente, carimbado no seu passaporte!

No outro dia, escolhemos um passeio de bike para fazer, o Circuito Chico (a da foto de capa do blog!), pelos folhetinhos que encontramos no hostel. Não me lembro do preço exato do passeio, mas era aluguel de bicicleta, uma rápida orientação de segurança e um mapa da rota.

PASSEIO DE BIKE: CIRCUITO CHICO

Para chegar até à loja do passeio de bike, que era na saída oposta da cidade, tivemos de comprar o cartão de ônibus num kiosko (tabacaria), pois era cerca de 30 minutos de distância dali do centro, e na volta não havia nem táxi por lá, era no meio da rodovia, no mato, praticamente. Fomos com a cara e a coragem porque foi bem simples e tranquilo. O ônibus sempre passava lotado, cheio de estrangeiro, tudo com destino às montanhas.

Bariloche é muito agradável também no verão. Temos a imagem na cabeça só de neve e esqui, mas os argentinos costumam ir aos montes, no verão, para lá, e há muitos passeios, como esse de bike, escalada nas montanhas, passeios de barco etc. No verão, Bariloche é lotada de gente!

Já com as bicicletas, seguimos estrada adentro pelas montanhas. Não aguentei pedalar nem 1 km, era uma subida do capiroto que tive de ir à pé, empurrando a bicicleta. Passei por alguns caminhos e tirei algumas fotos e confesso que não consegui terminar o percurso completo, pois eram 10 km, e já na metade estava sofrendo em silêncio.

Pela metade do caminho, encontramos uma entrada, uma espécia de trilha, que dava acesso à Playa Moreno. Deixamos a bike estacionada e entrei pela floresta, que, ao final, tinha uma vista linda, incrível, de um lago muito bonito.

A VOLTA DAS MONTANHAS PARA O CENTRO

Retornamos para a loja e entregamos a bicicleta. A volta de ônibus foi a pior.

No ponto, para voltar ao centro de Bariloche, todos os ônibus que passavam estavam lotados e não paravam. Ficamos mais de 40 minutos esperando e nada! Não teve jeito e tivemos de atravessar a rua para pegar o do sentido inverso, e fazer o percurso todo, para poder voltar. Só Deus sabe onde fomos parar.

Na parada de ônibus, esperando …

O motorista parecia que carregava boi. Corria que nem um louco. No final do trajeto, tivemos de descer e esperar uma pausa de uns 10 minutos. O motorista limpou o ônibus para então fazer o caminho de volta. Era preciso pagar outra passagem. Até aí tudo bem.

Estávamos sem água e com sede e encontramos uma torneira de chão, bem ali ao lado, para tomar água. Um senhor estava com uma senhora, talvez esposa, e ela tomou água e subiu no carro. Eu tomei em seguida e logo o senhor voltou e quis tomar também. Nessa hora o motorista, sem paciência alguma, ficou estressado, fechou a porta do ônibus, sem esperar ninguém mais subir, e foi embora. O senhor ficou e a mulher foi embora dentro do bus. Que dó! Ele ainda correu atrás e o motorista não parou. Absurdo isso. Pensamos em fazer uma denúncia, inclusive.

Tivemos de esperar o próximo bus para voltar. Mais paisagens incríveis:

 Lindo! Parece cena de filme. hehehe

Chegando ao Centro Cívico, passamos por uma feirinha e fomos direto para o hostel tomar banho e se arrumar (o hostel Las Moiras é praticamente a uma quadra desse local), para comer a parrilla de Bariloche. Afinal, era nossa última noite.

Já saindo à noite, para jantar – Centro Cívico

Dividimo-nos em 2 grupos, por divergência de restaurante. Fui para o El Boliche de Alberto, um lugar simples, mas aconchegante e com uma comida deliciosa. Foi-nos indicado como a melhor parrilla da região, e, realmente, foi maravilhoso. A fome era tanta que resolvemos escolher a carne de 500g (vieram 2 de 250g), para cada um, achando que não ia dar. Coisa de gordo, sabe? Poderíamos voltar a Puerto Varas rolando.

Após sair explodindo, pagamos cerca de $ 800 pesos argentinos, por pessoa, com bebida e um adicional de arroz, ou pouco mais de R$ 120,00. À época, o peso estava mais ou menos $ 6,50 para R$ 1,00. Valeu muito a pena, e até hoje penso naquele chorizo com fritas.

DE VOLTA A PUERTO VARAS

No outro dia, cedinho, tomamos o bus de volta, passando por toda aquela canseira na imigração chilena, como disse mais acima. Chegamos à tarde em Puerto Varas e aproveitamos o dia para dar mais um rolê. Dividimo-nos em 2 grupos, novamente, e cada um foi fazer o que queria. Fui à feirinha de novo, da Plaza de Armas, tomamos um suco maravilhoso de frutas vermelhas, comprei algumas cervejas e licores artesanais.

Procuramos um hostel em que pudéssemos pegar um day-use para tomar banho e descansar mais um pouco. Conseguimos ali perto do centro mesmo. De banho tomado para voltar, fomos em busca de comida.

Encontramos um restaurante, o qual não me recordo o nome, almoçamos e jantamos, praticamente, tomamos uma cerveja artesanal, tiramos mais algumas fotos à beira do lago Llanquihue e, finalmente, estava terminada nossa saga pela região dos lagos.

Uma coisa interessante que observei em Puerto Varas é que em muitas ruas e esquinas havia rosas e flores de todo tipo, dando mais charme ainda à cidade.

Pegamos o mesmo ônibus, da Pullman, como dito acima, e a volta ocorreu tudo tranquilo, sem atrasos, com direito a lanchinho, também distribuído pelo rodomoço.

Espero que você possa extrair alguma informação para planejar sua viagem, no verão, por essas regiões. São lugares incríveis, com lindas paisagens, boa gastronomia, bons vinhos, bebidas artesanais, chocolates e doces deliciosos!! Um povo acolhedor (tirando o motorista em Bariloche), que adora uma boa conversa, principalmente no Chile.

Os alfajores artesanais são incríveis!

Voltando ao assunto “segurança”, um taxista, em Puerto Varas, nos disse sobre a segurança por lá, que raramente há assaltos. Ainda perguntamos sobre sequestro ou roubo à mão armada, canivete, essas coisas de grandes cidades, e ele ficou até espantado, dizendo que isso não acontece lá. Talvez tivesse pensado até que iríamos levá-lo para a desova. Coitado kkk Diferente de Santiago, que, apesar de ser relativamente segura, já é uma cidade grande e há vários problemas como qualquer outra, tomar cuidado com nossa segurança nunca é demais.

Ressalto, ainda, que há vários outros passeios em Puerto Varas e em Bariloche, para todos os gostos. Nós queríamos ter ido ao Teleférico no Cerro Otto, em Bariloche, mas não deu tempo. Quem tiver a oportunidade, há um restaurante giratório, com vista 360º de toda a região.

Por fim, é isso, galera! Até à próxima!

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